segunda-feira, 28 de julho de 2014

Grande Jogador da História do Botafogo é de Caratinga e Recebe Homenagem em Exposição

Edra, Diretor da Casa Ziraldo, com o homenageado Marcelo Alves

Grande jogador da história do Botafogo tem exposição em sua homenagem em Caratinga 

CARATINGA – “Nosso campeão Brasileiro” é o titulo dado pela direção da Casa Ziraldo de Cultura a exposição de Marcelo Alves que brilhou no Botafogo na década de 90. 
Marcelo começou sua carreira no Democrata de Governador Valadares onde conseguiu o título de tetra campeão mineiro do interior e foi vice-campeão perdendo para o Atlético Mineiro na final. Quando Marcelo Alves estava fazendo uma partida contra o Vitória da Bahia válida pela Copa do Brasil Marcelo marcou o gol da vitória do Democrata, na arquibancada tinha um empresário que encantou com o futebol de Marcelo e comprou seu passe e o emprestou ao Botafogo. 
O time carioca, naquela época, montava uma grande equipe em 1995 com chegada do técnico Paulo Autuori. Marcelo, então, fez parte daquele grupo, um dos melhores elencos do Botafogo depois da era Garrincha. Muitos títulos vieram na carreira de Marcelo Alves como campeonato Carioca e Rio São Paulo, o inesquecível título Brasileiro de 1995 que é o único título nacional do Botafogo e a conquista do torneio Tereza Herrera disputado na Espanha onde o Botafogo sagrou-se campeão contra a Juventus da Itália. 
Além do Botafogo e Democratas de Governador Valadares Marcelo jogou no Joinvile de Santa Catarina, Sampaio Correia, ABC de Natal, Brasiliense e terminou sua carreia no Olaria do Rio de Janeiro. Marcelo Alves relembra as grandes partidas que disputou ao lado de Bebeto, Donizete, Gonçalves e Túlio Maravilha, como é o caso da inesquecível partida contra o Flamengo no estádio do Castelão no Ceará com um público de mais de 100 mil pessoas. Ano em que o Flamengo estava comemorando seu centenário. Marcelo marcou o terceiro gol da vitória de 3x1 contra um Flamengo de Romário, Edmundo e Sávio que na época a imprensa esportiva rotulava como o ataque dos sonhos. Para o ex-jogador Marcelo Alves “é uma honra estar na Casa Ziraldo e fico com muito orgulhoso, não é fácil ser um jogador de futebol, mais estou muito feliz com a exposição e é importante para o caratinguense que se lembra de mim jogando e os que não lembram vão ter a oportunidade de ver a exposição”. 
O caratinguense Julimar Antônio Viana, que lembra a conquista histórica do Botafogo em 1995, fez questão de vir a Casa Ziraldo e dar um abraço em Marcelo Alves. “Meu sentimento é de muita alegria em saber que tem gente boa da nossa terra, eu lembro como se fosse hoje à conquista do Brasileiro em 95”. 
O diretor da Casa Ziraldo, o cartunista Edra, disse que Caratinga estava em dívida com Marcelo Alves por tudo que ele representa para Caratinga no cenário nacional, já que este é o ideal da Casa Ziraldo, fazer exposições de grandes personalidades de Caratinga. A exposição “Nosso Campeão” começou nesta quinta-feira, 24/07, e vai até o dia 30 de agosto onde o botafoguense e os amantes do futebol poderão lembrar-se da trajetória de Marcelo Alves através de recortes de jornais da época, camisas autografadas do time do Botafogo e de outros times que Marcelo passou, pôster dos títulos e fotos de jogos e de treinos da época. 

Fonte: Diário das Gerais (Jucimar Oliveira) 
Edição de 26/07/2014

Camisas dos títulos do Botafogo

A trajetória do craque registradas em fotos

Exposição vai até 30 de agosto

quarta-feira, 23 de julho de 2014

"Marcelo Alves - O Nosso Campeão Brasileiro". Exposição do Craque Começa Amanhã

Exposição em homenagem ao craque caratinguense Marcelo Alves

Campeão Brasileiro pelo Botafogo em 1995

Fotos, camisas e faixas estarão na mostra

Marcelo Alves é mais um filho ilustre de Caratinga

Atuou com destaque também no Sampaio Corrêa(MA) e ABC de Natal

A Casa Ziraldo de Cultura sempre reconhecendo
 e abrindo espaço aos valores da nossa cidade

Fotos registram sua carreia desde o início
no Democrata de Governador Valadares/MG

A exposição fotográfica "Marcelo Alves - O Nosso Campeão Brasileiro" estará aberta ao público a amanhã na Casa Ziraldo de Cultura partir das 14 horas e se estenderá até 30 de agosto. A exposição registra da trajetória do ex jogador caratinguense Marcelo Alves, com passagem em grandes times do país e com vários títulos pelo Botafogo, culminando em Campeão Brasileiro pelo próprio alvinegro carioca em 1995 ao lado de grandes nomes do futebol brasileiro tais como o zagueiro Gonçalves, o folclórico artilheiro Túlio "Maravilha" e o Tetra Campeão Mundial pela Seleção Brasileira,  Bebeto.

Campanha do Agasalho da Casa Ziraldo de Cultura Faz Entrega de Doações a Quatro Entidades Assistênciais de Caratinga

Foi entregue na tarde de hoje aos representantes de quatro 
entidades assistenciais de Caratinga as doações arrecadadas
pela campanha  "Aqueça Se Coração. Doe Um Agasalho"
 realizado através da 
Casa Ziraldo de Cultura

Elzi Russo Amorim integrante da campanha
Marilene Ribeiro Coelho (Dep. Assistência Fraterna) -
Centro Espírita "Dr. Bezerra de Menezes" e
Maria Inês (Vice Presidente) - APAC
 Associação de Proteção a Assistência aos Condenados.

Maria Coutinho Muniz (Presidente) e
Maria Catarina Fonseca (Tesoureira)
Centro Espírita "Dias da Cruz" / Cantina "Áurea"

José Romero Carli (Presidente) e Lôra (Coordenadora)
MOVISO - Movimento Social

Agasalhos, roupas, cobertores e calçados foram separados
de acordo com a linha de trabalho de cada entidad
e.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

"Aqueça seu Coração. Doe um Agasalho" Recebe Doações do Grupo "Irmãos de Coração"

Edra, Gilson, Poliana e Luciano do grupo "Irmão de Coração"

Parceria reforça campanha realizada pela Casa Ziraldo de Cultura

Hoje, a Casa Ziraldo de Cultura recebeu muitas roupas, calçados e agasalhos arrecadados através do trabalho solidário do grupo "Irmão de Coração" para complementar a campanha "Aqueça seu Coração. Doe um Agasalho" que se encerra na próxima semana quando será anunciada as entidades beneficentes que receberão os donativos.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Jones Carioca Recebe Homenagem Em Exposição Fotográfica na Casa Ziraldo de Cultura


Jones, o segundo agachado da esquerda para direita

CARATINGA – Ganhar um apelido carinhoso concedido pelo ‘baixinho’ Romário é honraria pra poucos. Jones Lopes da Silva, 26 anos, é um desses felizardos. Foi o craque Romário quem lhe deu a alcunha de “Carioca”. Visitando familiares em Caratinga, Jones conversou com a reportagem do Diário de Caratinga. Ele falou de sua trajetória dentro das quatro linhas e recordou o caminho que o levou do Esplanada para a Turquia. 

A entrevista foi feita na Casa Ziraldo de Cultura, onde acontece a exposição “Memórias do Nosso Futebol”. O atacante Jones Carioca olha atentamente cada foto. Depois de alguns minutos, dispara: “Aqui só tem fera. É um belo trabalho esse de resgatar a história do futebol caratinguense”, considera Jones, que estende os elogios ao cartunista Edra, diretor da Casa Ziraldo de Cultura
De sorriso largo, Jones relembra o começo de sua carreira. Ele cresceu nas escolinhas do Esplanada Futebol Clube. Levado pelo treinador Maguila, em 2007 foi tentar a sorte no Bonsucesso, time que disputa o Campeonato Carioca de Futebol. Suas boas atuações chamaram atenção de Romário, que na época gerenciava o departamento de futebol do América Futebol Clube. “O também tetracampeão Bebeto era o treinador do América. Ele pediu dois jogadores do Bonsucesso para disputar o Campeonato Carioca. O Romário gostou do meu futebol e resolveu bancar a minha contratação. Além de me contratar, ele ainda me deu esse apelido. O baixinho alegou que tinha muito ‘mineiro’ no futebol. Mas penso que esse apelido me deu sorte”, diz o jogador de futebol. 
Mesmo tendo incorporado o ‘Carioca’, Jones não se esquece de suas raízes. “Sou de Caratinga e tenho orgulho. Também morei em Água Santa, zona rural de Bom Jesus do Galho. Não me esqueço das origens”, enfatiza. 
A carreira de Jones Carioca teve um salto quando, em 2010, veio para o Cruzeiro, que na época era dirigido pelo técnico Cuca. “Fiquei cerca de três meses no clube de Belo Horizonte, cheguei a jogar uma partida, mas admito que não joguei bem. Então não fui mais aproveitado”, conta o atleta. Jones deixou o Cruzeiro e foi para o Goiás. 
No Campeonato Brasileiro de 2010, o time não foi bem e acabou rebaixado, mas Jones se sobressaiu. Ele conquistou a titularidade, mas uma contusão fez com que encerrasse a temporada mais cedo. Neste ano, Jones disputou sua primeira competição internacional, a Copa Sul-americana. O Goiás foi o vice-campeão. Devido à contusão, ele não jogou a fase final, mas teve a honra de enfrentar o Peñarol, um dos times mais tradicionais das Américas. 
Após a passagem pelo Goiás, o atleta foi contratado pelo Bahia, onde ficou por quase duas temporadas. “Foi maravilhoso. Gostei muito do jogar pelo Bahia. O time tem uma torcida apaixonada que nos motiva. Posso dizer que tenho um grande carinho pelo clube. Se o Bahia está jogando, paro pra ver e torço pela equipe”, confessa o jogador.
O que Jones teve de satisfação em defender o Bahia, ele teve de desgosto ao jogar pelo Náutico. “Isso foi em 2013. Foi complicado demais. Os salários atrasaram e o presidente do clube chegou a nos ameaçar, dizendo que só pagaria se a gente ganhasse as partidas. Por atitudes assim que o Náutico foi rebaixado. Lembro que o jogador Martinez era o nosso líder e pagou um preço alto por cobrar nossos direitos”, recorda Jones Carioca. Conforme o jogador, os salários do Náutico continuam pendentes até hoje. 
TURQUIA - No início de 2014 Jones estava sem clube. No dia 1º de janeiro o seu telefone tocou, era um empresário querendo saber se o jogador teria disponibilidade de se transferir para a Turquia. “Nem acreditei. Todo jogador sonha em jogar no exterior. No dia 6 de janeiro fiz minhas malas e fui jogar no Karabükspor”. Os torcedores turcos tem verdadeira paixão pelo futebol brasileiro. O goleiro Taffarel é um dos ídolos do Galatasaray, enquanto o meia Alex é a estrela maior da história do Fenerbahce, os dois clubes mais tradicionais do país. “As pessoas não imaginam como Alex é idolatrado na Turquia. Até mesmo os torcedores adversários admiram o seu futebol”, atesta o jogador. 
Neste ano, Jones entrou em campo 16 vezes pelo Karabükspor, sendo titular em seis jogos, entre eles um jogo contra o Galatasaray que terminou empatado. “O futebol turco é muito diferente do futebol brasileiro, isso começa desde o treinamento. Não temos tempo pra pensar dentro de campo. É receber e tocar. A marcação é muito forte, sem falar do frio. Então a adaptação é considerada difícil”, descreve Jones Carioca. Jones avalia que estes cinco meses na Turquia foram bons. O time ficou em sétimo lugar e quase conseguiu uma vaga para a UEFA League. “Fizemos uma boa temporada. Claro que competir Galatasaray e Fenerbahce é complicado, apenas o Besiktas ameaça essa hegemonia. É igual na Espanha, onde Real Madrid e Barcelona dominam. Mesmo assim gostei e espero ter o contrato renovado”, anseia o atleta. 
A conversa com Jones não poderia deixar de abordar a Copa do Mundo. Ele entende as manifestações, mas pede apoio a seleção brasileira. “No papel temos o melhor time. Acredito que Neymar e Fred vão arrebentar nessa Copa. Espero o Brasil campeão, se ganharmos a final da Argentina, melhor ainda”, brinca Jones Carioca. Ao término da entrevista, Jones diz o que espera de sua carreira. “Quero ganhar títulos assim como ganhou Marcelo Alves (campeão brasileiro em 1995 pelo Botafogo)”, finalizou Jones Carioca, mostrando com seu jeito quietinho que continua mais mineiro do que nunca.

O craque Jones com Edra, Diretor da Casa Ziraldo de Cultura

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Exposição Memórias do Nosso Futebol na TV




Uma viagem ao passado com os nomes dos craques do futebol de Caratinga… Gente que fez história nos gramados… A Casa Ziraldo de Cultura está de portas até o dia 4 de julho com a exposição fotográfica em homenagem aos jogadores que fizeram história no futebol caratinguense.  Quem fizer uma visita à Casa Ziraldo vai encontrar fotos de ex-jogadores e de outros ídolos e craques caratinguenses que ganharam fama nacional.
Anor Ferreira da Silva, de 85 anos, o “Nonô”, um dos homenageados começou a jogar futebol com 15 anos e jogou durante um bom tempo pelo Esporte Clube Caratinga. Time do qual “Nonô” se consagrou campeão em 1974, vencendo o Democrata de Governador Valadares por 2×1. “Nonô” ficou emocionado pela homenagem da Casa Ziraldo.
Outro homenageado é Getúlio Vargas do Nascimento, de 70 anos. Ele começou a jogar futebol quando ainda era bem menino. O craque ganhou fama e destaque no futebol de salão pelo time Silver Boys, que conquistou um dos primeiros títulos de campeão, em 1963. Getúlio Vargas contou que o Silver Boys foi quem trouxe o futebol de salão para a cidade e ficou muito agradecido pela homenagem.
Paralela à exposição fotográfica com os craques do futebol caratinguense, a Casa Ziraldo também criou um espaço para homenagear um dos maiores clubes de futebol da cidade, o Esplanada Esporte Clube (EEC), com a exposição de camisas, bandeiras, fotos e troféus conquistados pelo clube. Também há outra mostra em homenagem aos tempos do basquete em Caratinga.  Um dos destaques do basquetebol caratinguense é Mário Schettino, de 76 anos.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Casa Ziraldo Abre Exposição em Homenagens a Ex Jogadores e Radialistas de Futebol de Caratinga

Abertura da mostra recebeu um grande público

Para homenagear os atletas e repórteres esportivos que tiveram seu momento histórico no futebol de Caratinga, a Prefeitura, com iniciativa do diretor da Casa Ziraldo de Cultura, Edra, realiza a exposição “Memórias do Nosso Futebol – Parte II”.  
A mostra foi aberta na noite de segunda-feira, 2, com a presença de representantes do Poderes Executivo e Legislativo. A exposição fica na Casa Ziraldo até o dia 4 de julho, disponível para visitação de 9h às 11h e de 13h às 18h. 
Durante abertura da exposição, foi gravado no espaço cultural, o Programa esportivo ‘Abrindo o Jogo’ apresentado por Rogério Silva. 
O secretário de Cultura, Esporte, Lazer e Juventude, Nelson Sena, em seu pronunciamento disse que, “resgatar os registros fotográficos do futebol é resgatar a memória de Caratinga”. Nelson parabenizou, ainda, o produtor cultural Edra pela iniciativa de resgatar e reunir fotos contando a história de décadas do esporte no município. 
Lucas Guido e a avó, Tereza Guido, vieram visitar a exposição e conferir o acervo de fotos do ex-jogador Jair Guido, o Biguá. Lucas conta que é uma alegria ver as fotos do tio-avô no auge de sua carreira. “Meus pais me contaram muitas histórias dele. Esta homenagem é um reconhecimento pelo trabalho e dedicação ao futebol da cidade”. 
O diretor da Casa Ziraldo de Cultura, Edra, diz que o levantamento e o trabalho catalogação das fotos durou mais de três anos. “Foi um trabalho de ‘formiguinha’, feito passo a passo, mas que trouxe muita satisfação. 
A proposta da Casa Ziraldo de Cultura, por meio desta exposição, é tirar do anonimato os atletas que deram sua contribuição ao esporte e foram quase esquecidos”. “Nesta exposição foi reunida um “Seleção” que merece ser homenageada e conhecida. Além dos atletas do futebol, paralelamente homenagearemos os atletas do basquete”, completa. 
O repórter esportivo Élio do Carmo Soares, 52, é um dos homenageados pela exposição. Revendo as fotos, o repórter lembrou com saudade dos tempos de glória do futebol de Caratinga e das coberturas que fez para a Rádio Caratinga. “É uma alegria muito grande para mim que tenho 37 anos de rádio e 27 destes dedicados ao esporte receber esta homenagem. Fico muito feliz com este reconhecimento, ainda em vida, para mim e para tantos colegas que contribuíram com o esporte em Caratinga”. 
Élio destacou que, durante sua carreira esportiva, pôde realizar um dos seus grandes sonhos. “Uma das grandes alegrias que a profissão me possibilitou foi poder entrevistar o meu ídolo, o Zico. Naquela época, a relação da imprensa com os jogadores (amadores ou profissionais) era muito próxima”, explica. 
O ex-jogador José Antônio de Oliveira, o Zezé, trouxe a filha e os netos para conhecerem um pouco mais da sua história como atleta. A filha, Paula Coelho de Oliveira, 31, fala da emoção de ver as fotos da carreira do pai. “É uma emoção muito forte, pois na época em que estas fotos foram tiradas eu não era nascida. Fico muito feliz pelo reconhecimento às pessoas que abrilhantaram o nosso futebol”. 

Homenageados

Ex-jogadores: Acyr, Ari, Anor, Anísio, Bedêu, Biguá, Cacau, César, Chiquinho, Côco, Daniel, Élvio, Fifi, Geraldo Maia, Getúlio Vargas, Guilhermino, Jésus, Jovino, Milton Balaio, Paulinho, Pedro Vieira, Toninho, Zezé e Zico Soldado. 
Ídolo eterno: Ziquita, ídolo do Atlético Paranaense na década de 70. Jogou no Democrata de Governador Valadares, Comercial e Marília (SP), com rápida passagem pelo Atlético Mineiro. 
Craque de expressão nacional: Marcelo Alves, campeão brasileiro pelo Botafogo em 1995. Jogou no Democrata de Governador Valadares, ABC de Natal, Sampaio Correia (MA) e Olaria (RJ). Craque da vez: Jones Carioca, que começou sua carreira no América (RJ), com rápida passagem pelo Cruzeiro. Disputou um campeonato brasileiro pelo Bahia e outro pelo Náutico (PE). Atualmente joga na Turquia. 
Radialistas/Repórteres Esportivos: Eurico Gade, Élio do Carmo, J.Baranda, Nailton Gomes e Nelson Souza. 
Família da Bola / Carraro: Carlinhos, Tuíra, Oreia, Buré e Maguila (Marcelo). 
Clube: Esplanada Esporte Clube, com exposição de fotos de várias épocas, camisas, bandeira e troféus conquistados pelo clube.

Basquete: Aluísio Andrade, Mário Schettino, Vicentão e Ziraldo e seus amigos da Turma do Pererê Pedro Vieira, Alan Viggiano, Galileu que também formavam um time de basquete denominado VIGAPEZI (com as iniciais de seus nomes), nos anos 50.

Fonte: Decom Prefeitura de Caratinga

Lucas Guido e a avó

Radialista Élio do Carmo

O homenageado Zezé com filha e netos
                             

Aluísio Andrade e Vicentão do nosso basquete

Exposição em clima de Copa do Mundo

Fotos despertam curiosidades dos visitantes

Goleiro Cacau relembrando sua glórias

Homenageados com familiares e amigos

Homenageado Chiquinho ladeado por Marcelo Alves e Edra

Edra com o homenageado Getúlio e o radialista Rogério Silva

Familiares recendo certificado do saudoso Geraldo Maia

Carlos Estevam entrega homenagem ao ex jogador Zico Soldado

Ex goleiro Cacau, grande ídolo do E.C. Caratinga

Ex jogador Élvio com o cartunista Edra

Filho do saudoso radialista Naylton Gomes
com o Secretário de Cultura Nelson Sena
e Edra,  Diretor da Casa Ziraldo
Marcelo Alves, campeão brasileiro pelo Botafogo
recebe seu certificado das mãos de Elzi Russo Amorim

terça-feira, 27 de maio de 2014

O Caratinguense Ziquita, Ídolo na História do Atlético Paranaense Será Homenageado na Exposição Memórias do Nosso Futebol

Ziquita fez 4 gols em 15 minutos. Virou lenda!

Lendário 4 a 4 do herói Ziquita faz 30 anos 

Atlético perdia por 4 a 0 para o Colorado, na antiga Baixada, quando o atacante entrou em campo e, em 12 minutos, arrancou um empate inesquecível 

Épico x Trágico. Sensacional x Terrível. Lenda x Trauma. Um único jogo, com conseqüências tão distintas. Um caso raro de vencedores e vencidos diante de um placar igual. O empate mais famoso do futebol paranaense completa hoje três décadas. O jogo do Ziquita? Perguntaram alguns dos personagens procurados pela Gazeta do Povo para evocar o improvável desfecho daquela tarde de 5 de novembro de 1978. Sim, o jogo do Ziquita. 
O clássico Atlético 4 x 4 Colorado, no qual o atacante saiu imortalizado. Um duelo tão atípico que 30 anos depois se mantém fresco na lembrança de quem presenciou o impensável. Oficialmente, o privilégio coube a 8.276 pessoas presentes na antiga Baixada, no primeiro turno da Chave G, classificatória para a final do Paranaense. São tantos, porém, os que juram ter visto a proeza do artilheiro rubro-negro que a capacidade do estádio teria de comportar um público muito maior. Doze minutos, apenas isso, promoveram um atacante de comum a notável. Nesse curto período, ele transformou um 4 a 0 do Boca-Negra em um 4 a 4 valorizado como um triunfo vermelho e preto. Ainda hoje, quando a coisa aperta da Arena há quem grite: “Chama o Ziquita.” São Ziquita, como alguns batizaram na época. 
Natural de Caratinga (MG), aos 55 anos, em Governador Valadares (MG), ele ri do apelido, orgulha-se do feito e agradece por permanecer na memória dos atleticanos – e, ironicamente, também na dos colorados. “Enquanto a gente é lembrado sente que está vivo.” Não é fácil esquecer do que ele foi capaz. Da vergonha da derrota para o êxtase de um empate triunfal, reconstituído a partir daqui por quem viu, participou e protagonizou a façanha de 1978. “Era o primeiro turno do último quadrangular e as duas equipes disputavam vaga na decisão. 
O técnico do Atlético, Diede Lameiro, armou a equipe para ganhar, só que o Colorado foi mais agressivo.” Carneiro Neto, narrador da partida pela Rádio Clube. “Saí cedo de casa para encontrar um amigo antes da partida. Era um jogo importante.” Antônio Marques Sasse, torcedor do Atlético. “Nosso time era muito bom e entramos em campo subestimando o Colorado”. Dionísio Filho, ex-lateral-direito do Atlético. “Começamos bem. Abrimos o placar no primeiro tempo, aos 35 minutos. 
No segundo, o time cresceu e os gols começaram a sair. Um atrás do outro (Levir Culpi, aos 3’, Da Silva, aos 21’ e Tyrso, aos 26’).” Zequinha, ex-zagueiro do Colorado. “A derrota estava configurada. Muitos torcedores começaram a deixar o estádio.” Heriberto Machado, historiador e atleticano. “A equipe ficou meio atordoada. Não fui muito feliz naquela partida. Acabei substituído (por Lula) e devia estar mesmo atrapalhando porque saí e começou a reação.” Aladim, ex-atacante do Furacão. “A torcida vaiava, jogava latas de bebida no gramado. Piorou ainda mais quando o zagueiro Ademir foi expulso.” Antônio Marques Sasse. “O pessoal estava desanimado. Mas eu ainda acreditava e comecei a falar: vamos lá, vamos lá, não importa a derrota, vamos tentar.” 
Ziquita, ex-atacante do Atlético, que ao contrário do que muitos falam, começou jogando a partida. 
“Aí baixou o Pelé nele (Ziquita)”. Hélio Alves supervisor do Atlético. 

“O negão (Ziquita) começou a falar: ‘joga a bola pra mim, joga a bola pra mim’. Quando ele marcou o primeiro, aos 31 minutos, foi pegar a bola no fundo da rede e disse que iria empatar.” Dionísio

“Nossa equipe estava tão bem que, quando o Ziquita marcou, o nosso pessoal reclamou entre si porque queriam ganhar de goleada, de tão fácil que estava. Não passou pela cabeça de ninguém que ele poderia fazer mais gols.” Ary Marques, ex-lateral-direito do Colorado. 

“Então começou algo incrível. O Atlético veio para cima e aconteceu aquelas coisas do futebol que não têm explicação. 
Faltavam menos de 15 minutos e a equipe desandou, não havia como prever aquilo. Começaram a levantar bola na nossa área, um trombava no outro e a bola sobrava para quem? Ziquita.” Zequinha, ex-zagueiro do Colorado. 

“Eu estava atrás da meta onde saíram todos os gols. Quando ele fez 4 a 2, aos 35 minutos, eu fiquei preocupado. Mas, quando o Ziquita marcou o terceiro, aos 36’, tive a certeza de que o Atlético iria empatar. Era uma coisa incrível, uma pressão. A torcida começou a voltar para o estádio.” Edson Militão, ex-radialista e torcedor do Colorado. 

“Naquela época, abriam-se os portões na metade do segundo tempo e, com aquela reação, além dos torcedores que tinham ido embora, alguns que estavam na região começaram a ir correndo para o estádio.” Hélio Alves

“Aos 43’, o endiabrado Ziquita marcou o quarto gol: 4 a 4. Era o empate. E aos 44’, ele cabeceou uma bola no travessão de Alexandre e quase fez o quinto. Pois é, o Atlético saiu de uma derrota iminente para um empate consagrador. Que espetáculo! Um futebol de altíssima qualidade foi jogado nesses minutos. Um filme do jogo ainda está presente na minha memória. Imagens inesquecíveis.” Heriberto Machado

“Foi absurdamente extraordinário. Épico. Foi aquela farra no estádio, uma bagunça. Um jogo tão antológico que anos depois as pessoas vinham me contar que tinham se emocionado com o jogo, e nem eram atleticanos, moravam até em outros estados, porque a Rádio Clube era ouvida no Brasil inteiro.” Carneiro Neto

“Foi a atuação mais sensacional que eu vi de um jogador na minha carreira em 40 anos no futebol.” Hélio Alves.
“Nunca vi alguém ganhar tanto dinheiro. A torcida estava tão feliz que invadiu o vestiário e começou a dar dinheiro para o Ziquita. Ele fez uma trouxa com a camisa do Atlético e encheu de dinheiro.” Dionísio

“De tudo aquilo, o que mais me marcou naquele dia foi um senhor humilde que chegou pra mim e disse: ‘esse dinheiro é do leite do meu filho e vou te dar.’ Eu disse que não queria, que não poderia aceitar. Mas ele insistiu porque precisava retribuir tanta alegria que eu tinha dado à torcida.” Ziquita

“Quem olha o placar, simplesmente, não imagina o que representou. Aparentemente poderia ser um resultado bom fora de casa para o Colorado, e um ponto só para o Atlético. Só quem assistiu sentiu que entraria para a história.” Edson Militão.

“A partir de hoje (daquele 5/11/78) não sou mais o treinador do Colorado. Não encontro justificativa para o empate, principalmente depois de estarmos com a partida ganha, com a goleada por 4 a 0. Acho que o time não fez aquilo que deveria fazer quando o placar nos favorecia, e para não levar mais a culpa e ser criticado, prefiro mesmo entregar o cargo ao presidente Hipólito Arzua.” Avelino de Souza Abreu, o Mosquito, ao demitir-se ainda no vestiário da Baixada.

“Foi pior que uma derrota, foi uma tragédia. Ninguém esquece o pior jogo da vida. Até hoje tem gente que lembra e cobra.” Zequinha.

“Na hora, não caiu a ficha direito. Só depois fomos sentir o estrago que aquela partida causou. Abalados, perdemos o segundo jogo, na Vila Capanema, fomos eliminados e um monte de jogadores foi mandado embora.” Ary Marques.

“Foi o jogo da minha vida. Um jogo que mostrou a força do Atlético e o poder de uma torcida.” Ziquita, o herói.

Fonte: Site do Atlético Paranaense

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Aberta a 11ª Exposição Paleoarquológica de Caratinga Promovida Pelo Grupo Fossílis









Exposição vai até o dia 30 de maio na Casa Ziraldo de Cultura

Nesta segunda-feira, 26, na Casa Ziraldo de Cultura, iniciou a 11ª Exposição Paleoarqueológica de Caratinga. O evento, aberto a todos os públicos, é uma realização da Fossilis Associação Científica e Cultural, em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e a Casa Ziraldo de Cultura e se estenderá até a sexta-feira, dia 30. 
A Exposição estará funcionando durante toda a semana, no horário de 09 às 11 e de 13 às 17h30min, e, como informa o presidente do Fossilis, Antonio Carlos Teixeira Costa, as escolas ou mesmo os professores de Caratinga e demais municípios da região poderão fazer o agendamento para a visita de suas turmas de aluno através do telefone: 3322-1825. 
De acordo com Antônio Carlos, o Fossilis estará apresentando aos visitantes o seu acervo, do qual, entre outras peças, constam artefatos arqueológicos encontrados na região de Caratinga; réplica de dente do Tiranossauro Rex, o mais famoso dos dinossauros; fóssil original de dente de dinossauro carnívoro; fóssil original da vértebra da preguiça gigante; fósseis de peixes e insetos, além de uma réplica em tamanho reduzido do crânio de um dinossauro. 
Em março deste ano, o Fossilis completou 13 anos de existência e, nesse tempo, vem realizando vários eventos, entre exposições, mostras, simpósios e palestras, além de participar de diversos eventos, apresentando o trabalho realizado, como aconteceu em 2010 e 2012, quando participou, como expositor convidado, dos eventos em comemoração ao 192º e 193º aniversários do Museu Nacional do Rio de Janeiro. 
No segundo semestre deste ano, o Fossilis estará retornando com o projeto Paleomirim, em parceria com a Secretaria de Municipal de Cultura e apoio da Sociedade Brasileira de Paleontologia, realizando exposição itinerante de fósseis nas escolas dos distritos rurais de Caratinga. A primeira visita do Paleomirim será em São João do Jacutinga, em data a ser definida.

Lista dos Homenageados da Exposição Fotográfica "Memórias do Nosso Futebol - Parte II"

Estádio Dr. Maninho recebia sempre
um grande público nas tardes de domingo

Os homenageados: 

Ex Jogadores: Acir, Ari, Anor, Anísio, Bedêu, Biguá, Cacau, César, Chiquinho, Côco, Daniel, Élvio, Fifi, Geraldo Maia, Getúlio Vargas, Guilhermino, Jésus, Jovino, Paulinho, Pedro Vieira, Toninho, Zezé e Zico Soldado. 
Ídolo Eterno: Ziquita 
Craque de Expressão Nacional: Marcelo Alves 
Craque da Vez: Jones Carioca 
Radialistas/Repórteres Esportivos: Eurico Gade, J.Baranda, Hélio do Carmo, Nailton Gomes e Nelson Souza 
Clube: Esplanada Esporte Clube 
Família da Bola: Carraro: Carlinhos, Tuíra, Oreia, Buré e Maguila (Marcelo)