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sábado, 27 de junho de 2026

Brenda Silva Lança Seu Primeiro Livro, Neste Sábado, na Casa Ziraldo de Cultura e Aposta na Fantasia Para Conquistar Leitores / 2026



 

    Apaixonada pela leitura desde a infância, a estudante de Psicologia Brenda Lopes da Silva, de 21 anos, dá um importante passo em sua trajetória literária com o lançamento de seu primeiro livro, “Ametista”. A obra será apresentada ao público neste sábado (27), a partir das 16h, na Casa Ziraldo de Cultura, em Caratinga. 
    Leitora desde os nove anos de idade, Brenda sempre encontrou nos livros uma oportunidade de expandir a imaginação, conhecer novos universos e enxergar diferentes perspectivas do mundo. Agora, ela passa para o outro lado da página, transformando-se em autora. 
    Em entrevista ao DIÁRIO, Brenda fala sobre a origem da obra, suas influências literárias e os desafios da escrita. Entrevista – Brenda Silva, autora de “Ametista” 

 “Ametista” marca seu lançamento como escritora. Como nasceu a ideia da história e em que momento você percebeu que ela merecia se transformar em um livro? 
Ametista nasceu há quatro anos através do meu gosto pela leitura e escrita. Algumas coisas que me causavam incomodo ou geravam curiosidade, se tornavam elementos do livro. Nada muito específico e elaborado. Desenhava personagens. Pesquisava nomes e seus significados. Coisas que faço desde os meus 13 anos quando algo me chama a atenção. No final, Ametista se tornou a ideia favorita e todas as outras ficaram de lado. O título remete a uma pedra cercada de simbolismos. 

Qual o significado da ametista dentro da narrativa e por que ela foi escolhida para dar nome à obra? 
Eu precisava de uma pedra com propriedades específicas, e a ametista foi a selecionada. Quanto ao significado dentro da narrativa a leitura irá dizer… Todo escritor carrega influências literárias. Quais autores, livros ou universos de fantasia mais contribuíram para a construção da sua imaginação e da sua escrita? Os livros que trouxeram mais contribuição para a construção da história foram “A revolução dos bichos” de George Orwell e “Sobre escrever” de C.S. Lewis. A divulgação do livro fala sobre segredos, coragem e autodescoberta. De que forma esses temas aparecem na trajetória dos personagens? Através das escolhas difíceis que precisam tomar. 

Existe algum personagem de “Ametista” com quem você se identifica mais? Em algum deles há traços da própria Brenda Silva? 
Júniper, a personagem principal. Ela questiona e observa tudo. Escrever fantasia exige criar mundos, regras e atmosferas próprias. 

Qual foi o maior desafio durante esse processo de construção do universo da obra? 
O maior desafio foi desenvolver a história mantendo a coerência com a regra que move a cidade. Então eu precisava ter cuidado com as falas e ações dos personagens para que não perdesse o sentido principal. Muitos escritores afirmam que suas histórias começam com uma imagem, uma frase ou um personagem. 

Como foi o seu caso? O que surgiu primeiro em “Ametista”? Um laboratório escondido e cinco adolescentes curiosos. Como foi o caminho até a publicação do livro? Houve momentos de insegurança ou de vontade de desistir antes de chegar ao lançamento? 
No processo da escrita é muito comum pensar que a sua história não é boa o suficiente, e essa busca pela perfeição foi o que mais me trouxe insegurança e vontade de desistir. Mas ao pesquisar, percebi que muitos autores passam pelo mesmo problema, e que sempre haverá ao menos 01 leitor para a sua obra. 

O que você espera que o leitor leve consigo após fechar a última página de “Ametista”? Existe alguma mensagem que considera central na obra? 
A primeiro momento eu espero que mantenha a curiosidade e nunca pare de buscar respostas, questionar e compreender o porquê das coisas. 

Este lançamento representa o fim de uma jornada ou o começo de uma nova fase? Já existem outros projetos literários ou continuações sendo planejados? 
Ametista representa o começo. Existem muitas pontas soltas que precisam ser ajustadas, e a continuação já está em andamento. Você vai lançar seu livro em Caratinga, diante de familiares, amigos e leitores. 

O que passa pela sua cabeça ao ver um sonho que nasceu na imaginação ganhar forma e chegar às mãos do público? 
É muito gratificante quando penso que a história que eu guardava comigo agora pode ser lida por outras pessoas. Eu sou muito grata à Lei Aldir Blanc que me apoiou com seus recursos, e a Prefeitura de Caratinga. Ambos foram cruciais para a realização desse sonho

terça-feira, 29 de outubro de 2024

Lançamento do Livro "Para Morrer Como Um Passarinho ", de Daniel Dornelas / 2024



 Daniel Dornelas fez o lançamento do seu livro 
"Para Morrer Como Um Passarinho" no dia 26, na Casa Ziraldo de Cultura

O livro de Daniel traz crônicas que tratam da morte, mas, sobretudo, da vida. Nele há relatos do cotidiano dele, enquanto estudante de Medicina, junto a uma equipe do SUS, na assistência a pacientes, por meio do SAD – o Serviço de Atenção Domiciliar. O lançamento contou com uma homenagem aos 11 anos do SAD. Uma história muito bonita, escrita a muitas mãos (mãos de pessoas que cuidam, que trabalham com muito carinho, com muita dedicação e que oferecem o que há de mais humano no cuidado.



Daniel Dornelas e o realizador do "Circuito Ziraldo Alves Pinto"
o cartunista e produtor cultural Edra.





















sábado, 20 de abril de 2024

Lançamento do Livro "Histórias e Memórias da Família Marçal", na Casa Ziraldo de Cultura




 Lançamento do livro “Os dezessete e seus cento
 e sessenta e dois” acontecerá neste sábado (20) 


    CARATINGA- Histórias reais e as memórias da Família Marçal neste sábado (20), a partir das 10h, na Casa Ziraldo de Cultura. Além do secretário de Estado de Agricultura Thales Fernandes, 59; artistas, empreendedores, médicos, esportistas, professores, mestres e doutores espalhados pelo país e no exterior – além de personalidades familiares locais – serão lembrados pelo autor, Jorge Marçal Jr, mostrando a contribuição de 17 famílias originárias de Água Santa, distrito de Dom Lara, para a sociedade caratinguense. 
    Conforme Jorge, o livro “Os dezessete e seus cento e sessenta e dois”, que será lançado no evento, é uma pesquisa feita com dezoito integrantes, através de entrevistas, mostrando a origem da família desde 1888 quando nasceu o patriarca, João Vitor dos Santos, filho de Marçal Luciano, e que ficou mais conhecido como João Marçal. 
    Mais tarde, ele se uniu a Francisca Rosa, da família Soares, dando início a uma prole de 17 filhos, sendo onze homens, nascidos todos de parto normal – a primeira filha, Maria Cornélia, nascida em setembro de 1911 e a última, Maria Aparecida – única viva – em fevereiro de 1937. “Dentre os familiares dos ‘17’, alguns ainda permanecem nas terras da região da Fazenda Água Santa, com seus mais de 90 alqueires no apogeu de sua produtividade cafeeira e leiteira, hoje distribuídos e redistribuídos entre herdeiros, já na 6ª geração. 
    A construção da capela pela família originária, nas terras da fazenda, contribuiu para unificar as comunidades do entorno até Dom Lara. Outros procuraram centros urbanos para gerar sua produção e força de trabalho”. 
    O pai do autor Jorge Marçal, o 13º filho – que montou uma das primeiras oficinas para moto e bicicletas da cidade – é o autor do primeiro levantamento da família, feito em 2003, registrado em “Contos e Causos – Histórias e Memórias de uma família quase mil” – quando somavam 970 descendentes. Em 2023, um levantamento mais minucioso desta publicação mostrou que já passavam de 1.590 membros. 
    No evento, serão doados exemplares do documentário aos representantes de três entidades. Cada uma receberá seis exemplares destinados a pesquisa e informação sobre a formação de parte dessa sociedade caratinguense. São elas: Escola Estadual Maurílio Senra de Dom Lara, região de Água Santa e origem das famílias – Escola Estadual Sinfrônio Fernandes – onde André Almeida foi diretor e registrou ali parte da história da família – e para a Biblioteca Pública Municipal – para que arquive e disponibilize para o público as histórias. Juntamente com outros dezesseis primos e primas, o secretário de de Estado de Agricultura, integrante da 4ª geração da Família Marçal, o engenheiro agrônomo Thales Almeida P. Fernandes, receberá do autor do livro/documentário uma homenagem.

Fonte: Diário de Caratinga: 19/04/2024


João Marçal e Francisca Rosa (Dona Chiquinha) - Foto arquivo



Jorge Marçal, autor do livro


terça-feira, 24 de janeiro de 2023

Lançamento do Livro de Noé Neto na Casa Ziraldo de Cultura, dia 13/02/2023, às 19 horas


 Lançamento será na Casa Ziraldo de Cultura dia 13/02/2023, às 19 horas

“Reflexões: Pensamentos difusos e dispersos” 

Professor Noé Neto lança livro e textos apontam 
que nada é fixo ou imutável, mas sim disperso 

CARATINGA – A vida tem muitas facetas e as pessoas também as têm. Noé Comemorável de Oliveira Neto tem suas nuances. Ele se divide entre a razão e a emoção. A razão está em sua profissão, é professor de Física e Matemática. A emoção está em seus textos. E todas essas nuances poderão ser conferidas no livro “Reflexões: Pensamentos difusos e dispersos”, que será lançado às 19h do dia 13 de fevereiro, na Casa Ziraldo de Cultura.            Conforme indica o autor, “textos apontam que nada é fixo ou imutável, mas sim disperso”. Noé Neto é mestre em ensino de Física pela Universidade Federal de Viçosa (2015), pós-graduado em ensino de Física pelo Centro Universitário de Caratinga (2006), possui como graduação Licenciatura Plena em Física pelo Centro Universitário de Caratinga (UNEC) 2005 e Licenciatura Plena em Matemática pelo Centro Universitário de Jales (UNIJALES) 2018. 
    Quando as pessoas tomam conhecimento de sua formação, ficam intrigadas com hábito que Noé Neto tem de escrever. “Mas entendo perfeitamente, pois no Brasil é comum as pessoas se definirem como “sou de exatas” ou “sou de linguagem”, porém, eu gosto de rememorar o conceito passado de ciências e filosofia que engloba tudo que requer pensamento, independente da área de concentração”, explica Noé Neto. 
    O lado escritor de Noé Neto é atestado da seguinte forma: É membro correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni e membro titular da Academia Caratinguense de Letras, possui diversas publicações em jornais de notícias, dentre eles, o Diário de Caratinga, além de contos, crônicas e poemas, publicados em coletâneas literárias de diversas editoras. É organizador e coautor dos livros ‘Metafísica Literária’, lançado em 2016; ‘Versificando a Física volumes 1, 2 e 3’, lançados respectivamente em 2017, 2018 e 2019 e ‘Ecos da Alma’, lançado em 2018. 

Fonte: Diário de Caratinga / edição de 21/01/2023